segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Audiodescrição

Audiodescrição

Temos uma definição da audiodescrição, feita por Eliana Franco, onde podemos observa que este recurso é muito importante para pessoas com deficiência visual.

" A audiodescrição é um recurso de tecnologia assistiva que permite a inclusão de pessoas com deficiência visual junto ao público de produtos audiovisuais. O recuso consistente na tradução de imagem em palavras. É portanto, também definido como um modo de tradução audiovisual intersemiótico, onde o signo visual é transposto para o signo verbal. Essa transposição caracteriza-se pela descrição objetiva de imagens que, paralelamente e em conjunto com as falas originais, permite a compreensão integral da narrativa audiovisual. Como o próprio nome diz, um conteúdo audiodescrição vem então preencher uma lacuna para o público deficiente visual"

Um vídeo que indico para melhor assimilação do que é a áudio-descrição: A casa é sua - Arnaldo Atunes





sábado, 19 de outubro de 2013

         Jogo da memória para Crianças com DI 




OBSERVAÇÃO: a quantidade de fichas fica à escolha, desde que a quantidade sempre termine em pares.

Número de participantes: 2 participantes. 

Regras do jogo: 

• Construa as fichas com papel cartaz. A metade delas terá que ter multiplicações e a outra metade, terá que ter os produtos (resultados) dessas multiplicações. 
• O primeiro jogador determinado por sorteio vira uma ficha. Da ficha que ele virar irá aparecer o produto ou a multiplicação. Se aparecer a multiplicação ele deverá encontrar o produto correspondente ou vice versa, com apenas uma tentativa. Caso encontre o par correto, deve recolher as fichas e terá direito a mais uma jogada. Se não acertar o par deverá ceder a vez para o outro jogador e deverá deixar as fichas no lugar inicial. 
• Esse jogo consiste em memorizar a localização das fichas, a fim de ir formando os pares. 
• Vence quem obtiver o maior número de fichas.



  Os jogos e brincadeiras constituem-se por si só situações de aprendizagem. O jogo da memória constitui, de regras e imaginação, onde estimula a criticidade e criatividade da criança especial, promovendo avanços em seus comportamentos, tanto no que diz respeito ao relacionamento com os demais como também quanto à questões que envolvem a desinibição, oralidade, psicomotricidade, entre outros. Assim concluiu-se que a prática dos jogos e brincadeiras na Educação Especial com também na Educação Infantil, traz significativas contribuições para a aprendizagem das crianças, pois proporciona a interação e propicia o desenvolvimento das capacidades afetivas, cognitivas e sociais. Acreditar-se que na infância o brincar é intrínseco à constituição do ser criança. Através do brincar os pequenos são capazes de criar e vencer seus próprios limites e construir suas próprias aprendizagens. Os jogos e brincadeiras auxiliam a criança no processo de pensar, imaginar, criar e se relacionar com os demais. “A brincadeira é atividade física ou mental que se faz de maneira espontânea e que proporciona prazer a quem a executa”. (QUEIROZ, 2003, pg.158).
Ao longo da história podemos constatar que são muitos os pensadores que têm valorizado o uso dos jogos como recursos/instrumentos pedagógicos, de modo a proporcionar o desenvolvimento das crianças com deficiência intelectual; contudo, não podemos esquecer de dois grandes psicólogos, Piaget e Vygotsky, que tanto defenderam o papel do brincar / jogar no desenvolvimento da criança dita “normal”, que também levou ao uso de jogos na educação e no desenvolvimento de crianças com deficiências. 
Apesar de Piaget não ter focado o seu estudo no desenvolvimento e na 
aprendizagem das crianças com NEE a sua teoria ajudou e continua a ajudar nas respostas curriculares destes alunos. 
Por volta dos anos 80, surge Vygotsky que com os seus estudos contribuiu para a educação não só das crianças em geral, mas também de crianças especiais. Defendia que o meio social e cultural influenciava o desenvolvimento de todas as crianças, independentemente de terem limitações ou não. E o jogo da memória é um jogo que se inseri no desenvolvimento pedagógico das crianças especiais.  




domingo, 8 de setembro de 2013

                    AUXÍLIOS DE MOBILIDADES





Cadeiras de rodas manuais e motorizadas,


Bases móveis, andadores, scooters de 3 rodas e qualquer outro veículo utilizado na melhoria da mobilidade pessoal para pessoa com deficiência física.

A Tecnologia Assistiva, veio para proporcionar ampliações nas habilidades funcionais de pessoas com deficiência,  tendo assim, como objetivo trazer uma VIDA INDEPENDENTE e abrindo caminho para a inclusão, fazendo com que o aluno com deficiência física participe nas diversas atividades do cotidiano escolar, papel esse que cabe a todos que fazem a escola comum, em parceria com o professor da sala do AEE, proporcionar essas inovações tecnológicas,a esse aluno tão especial

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

O Papel do Professor do AEE










O Professor do AEE tem o papel de identificar, elaborar, e organizar recursos pedagógicos de acessibilidade, que possam eliminar barreiras para proporcionar a boa participação dos alunos com deficiência, na escola comum. Em parceria com o professor da sala comum esse trabalho só acrescentará para a aprendizagem desses alunos com deficiência.
Trazida pela Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008) é o Atendimento Educacional Especializado - AEE. veio para complementar à formação do aluno, fazendo um trabalho onde pode melhorar sua autonomia na escola e em outros lugares que convive.
 O AEE hoje é uma oferta obrigatória para as escolas. Onde ele é chamado de SRM (sala de recursos multifuncionais). Onde faz parte do projeto político pedagógico da escola.
É público-alvo da educação especial, alunos com deficiência; com transtornos globais do desenvolvimento; com altas habilidades/superdotação. Tendo sua matrícula condicionada à matrícula no ensino regular. 
O Estudo de caso é um método de pesquisa que nos permite investigar, coletar dados, analisar fatos que nos ajudem a traçar um plano de intervenção que traga soluções e benefícios para aprendizagem do aluno, eliminando suas barreiras e dificuldades e ajudando a ter um bom desenvolvimento da sua aprendizagem.
Desse modo, verificamos que o AEE é um elemento importantíssimo na aprendizagem dos alunos com deficiência, porque possibilita um atendimento específico as suas necessidades e dificuldades.

O atendimento do AEE tem uma responsabilidade de oferecer todas as oportunidades possíveis para que, os espaços educacionais em que ele acontece, seja incentivador para o aluno a se expressar, pesquisar, reinventar, perguntar o conhecimento livremente, eliminando barreiras que impede o aluno de ter acesso ao que lhe é ensinado na sua turma comum. O aluno com deficiência intelectual tem que ter o seu direito de aprender garantindo levando em consideração sua criatividade, sua capacidade de conhecer o mundo partindo de suas vivencias.     

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Documentos para leitura sobre o Atendimento Educacional Especializado - AEE




* Resolução Nº 4, de 2 de outubro de 2009, que institui diretrizes
operacionais para o atendimento educacional especializado na educação
básica, modalidade educação especial.
* Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da
Educação Inclusiva, documento elaborado pelo Grupo de Trabalho
nomeado pela Portaria nº 555/2007, prorrogada pela Portaria nº
948/2007, entregue ao Ministro da Educação em 07 de janeiro de 2008.
* Decreto 7.611 de 17 de novembro de 2011, que dispõe sobre a
educação especial, o atendimento educacional especializado e outras
providências.



A TECNOLÓGIA FAVORECENDO POR MEIO DE MEDIAÇÕES PEDAGÓGICA A EDUCAÇÃO PRESENCIAL E A DISTÂNCIA. SANDRA LÚCIA DIAS DE ARAÚJO MACEIÓ, 26 DE ABRIL DE 2013. Antigamente existia um percurso logo a percorrer, para se chegar ao término de um curso. Hoje, com a Tecnologia cada vez mais avançada, esse percurso está sendo encurtado com eficácia, e muitos estão conseguindo realisar seus objetivos. Hoje a Educação a Distância tem suas conquistas e suas dificuldades, que com um bom empenho podemos supera-las, e principalmente quando se torna decisivo para nossa vitória profissional. O primeiro passo é se informatizar, assim tudo ficará mais fácil para realisar as atividades propostas pelo curso. O conhecimento das ferramentas que você terá que utilizar em seu portal, que é aberto através da internet que facilitará sua interação com a matéria e com a metodologia usada pelo professor. Um bom curso não depende só da metodologia usada pelo professor, mas também dos alunos que mostrando seu interesse motivará os professores a cada vez mais encontrar meios dinâmicos para transmitir um bom conhecimento do conteúdo a ser passado. Organização também é um fator principal para um bom curso. Organização do tempo para o estudo, local, livros e acesso a internet. O curso a distância não corre o risco de improvisos, se for bem planejado como ocorre nos cursos presenciais. A variedade desses cursos aumenta cada vez mais no Brasil, se adequando a vida cotidiana de seus alunos. As dificuldades encontradas nestes cursos são diversas, como motivação, participação, afetivo e confiança. Encontramos estas dificuldades no presencial e muito mais no virtual, assim um bom curso tem que saber envolver os alunos em um processo de participação. Um bom curso é aquele que no dia a dia nos deparamos com dificuldades a resolver e usamos nosso aprendizado. Aí sim saberemos que valeu a pena e saberemos que ele deixou um gostinho de saudade e de que quero mais, principalmente nesta área que estamos nos especializando, que é a Educação Especial, onde aprendemos juntos, professor e aluno, e que nossos desafios encontramos de todos os aluno, escola, família ...

Educação Inclusiva Escolar

Educação Inclusiva Aprendendo a pesquisar por sites seguros, terminei encontrando uma pesquisa maravilhosa sobre Educação Inclusiva. No site da Revista da Nova Escola, temas importantes para esclarecer dúvidas e até mesmo nos ajudar como trabalhar melhor a Inclusão em nossas escolas. Fala de professores que mostram como incluir nossas crianças especiais de verdade nas escolas, como tornar a escola inclusiva, repostas para os gestores. Esta pesquisa fez com que encontrasse vídeos envolvendo dúvidas que muitas vezes não sabemos onde encontrar as repostas. Como: como adaptar o espaço da escola; qual o papel do gestor escolar na inclusão; Matheus um aluno autista na escola; modelo de fichas para acompanhar os alunos com deficiência; (álbum de fotos) o que fazem as escolas que incluem de verdade. Fala sobre todas as deficiências, gestão, legislação e formação e algumas duvidas sobre inclusão já respondidas. E ainda temos acesso a duas séries especiais: - A inclusão que ensina; - Caminhos da inclusão no Brasil. HTTP://www.achei.com.br revistaescola.abril.com.br